{"id":1033,"date":"2012-05-03T00:00:08","date_gmt":"2012-05-02T23:00:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.allaryia.com\/pearnon\/?p=1033"},"modified":"2012-05-02T22:22:23","modified_gmt":"2012-05-02T21:22:23","slug":"felizes-viveram-uma-vez","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.allaryia.com\/pearnon\/2012\/05\/03\/felizes-viveram-uma-vez\/","title":{"rendered":"Felizes Viveram Uma Vez"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft  wp-image-1034\" title=\"Perraultimato\" src=\"http:\/\/www.allaryia.com\/pearnon\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/Perraultimato-195x300.jpg\" alt=\"\" width=\"151\" height=\"232\" srcset=\"https:\/\/www.allaryia.com\/pearnon\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/Perraultimato-195x300.jpg 195w, https:\/\/www.allaryia.com\/pearnon\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/Perraultimato.jpg 520w\" sizes=\"auto, (max-width: 151px) 100vw, 151px\" \/>Dizia eu em Dezembro de 2010: \u00ab<em>Ao que parece, estou fadado a fazer falsas promessas e dar estimativas erradas at\u00e9 ao fim\u2026 A culpa desta vez nem foi minha, mas ao fim de sete volumes j\u00e1 devia ter aprendido a manter a boca fechada at\u00e9 ter pelo menos o livro nas minhas m\u00e3os.<\/em>\u00bb<\/p>\n<p>Mod\u00e9stia \u00e0 parte, at\u00e9 foram palavras s\u00e1bias. Mas parece que n\u00e3o aprendi a li\u00e7\u00e3o, pois c\u00e1 temos mais um livro&#8230; e mais um prazo adiado. O primeiro volume da misteriosa nova s\u00e9rie sairia em princ\u00edpio hoje, dia 3, mas foi adiado para dia 5 na Feira do Livro e dia 8 nas livrarias, respectivamente. N\u00e3o estamos a falar de um adiamento de meses como nos casos anteriores, \u00e9 certo, mas isto em nada ajuda \u00e0 minha pouco fidedigna reputa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Bom, seja como for, aqui est\u00e1 ele, o segredo mais mal guardado da Feira do Livro de Lisboa. <em>Felizes Viveram Uma Vez <\/em>\u00e9 a nova s\u00e9rie, e <em>O Perraultimato<\/em> \u00e9 o seu primeiro volume. J\u00e1 consigo ouvir \u00e0 dist\u00e2ncia os remoques e insinua\u00e7\u00f5es, por isso permitam-me adiantar-me e confessar abertamente que n\u00e3o, a escolha desta altura para publicar este tipo de livro n\u00e3o foi de todo inocente. Quando ponderei o que fazer a seguir \u00e0s Cr\u00f3nicas, pus uma s\u00e9rie de antigas ideias na mesa, e um dos factores que mais pesou na minha escolha por esta foi a plena consci\u00eancia de que vinha a\u00ed uma vaga de contos de fadas e seus derivados: filmes, s\u00e9ries, etc. Foi tamb\u00e9m esse o meu argumento para ado\u00e7ar a declara\u00e7\u00e3o que fiz \u00e0s autoridades estabelecidas da Presen\u00e7a, de que ia tirar umas f\u00e9rias de Allaryia, que ia deixar uma s\u00e9rie de sucesso em pousio e aventurar-me numa nova. E que ela teria ilustra\u00e7\u00f5es. E que uma das personagems se chamava \u00abMama-na-Burra\u00bb. E que, se achavam que \u00abA Manopla de Karasthan\u00bb era um t\u00edtulo complicado, ainda n\u00e3o tinham visto nada.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao livro propriamente dito, por enquanto n\u00e3o me quero delongar em excesso acerca da sua concep\u00e7\u00e3o, nem dos motivos pelos quais quis fazer uma s\u00e9rie de livros com ilustra\u00e7\u00f5es, nem da raz\u00e3o pela qual optei por um tra\u00e7o menos \u00abrealista\u00bb para a capa e para as ilustra\u00e7\u00f5es (da autoria de Pedro Potier, com o qual j\u00e1 anteriormente tinha colaborado na edi\u00e7\u00e3o de luxo do <em>Obl\u00edvio<\/em>). Em vez disso, fico-me para j\u00e1 pelo texto da contracapa, e nos pr\u00f3ximos dias logo revelarei mais pormenores:<\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif; font-size: medium;\">As est\u00f3rias s\u00e3o conhecidas de todos: sapatinhos de cristal, ma\u00e7\u00e3s envenenadas, pr\u00edncipes encantados e lobos maus; e todos sabem que, no fim, os que mereciam viveram felizes para sempre.<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif; font-size: medium;\">Ent\u00e3o porque \u00e9 que isso n\u00e3o aconteceu? Porque \u00e9 que o mundo parece virado do avesso? E porque \u00e9 que toda a gente age como se nada fosse? S\u00e3o essas as perguntas que atormentam Borralheiro, um dos poucos que sentem que algo de profundamente errado se passou, e o \u00fanico que se predisp\u00f5e a ir em busca de respostas. Respostas essas que lhe chegam \u00e0s m\u00e3os na forma dos versos cr\u00edpticos do misterioso <em>Perraultimato<\/em>, que o lan\u00e7a numa demanda em busca da verdadeira ess\u00eancia das est\u00f3rias.<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif;\">Acompanhado por quatro outras figuras do imagin\u00e1rio popular europeu <\/span><span style=\"font-family: Times New Roman,serif;\">\u2014<\/span><span style=\"font-family: Times New Roman,serif;\">a imprevis\u00edvel Capuchinho, o enigm\u00e1tico Aprendiz, a atormentada Vasilisa e o perigoso Burra <\/span><span style=\"font-family: Times New Roman,serif;\">\u2014<\/span><span style=\"font-family: Times New Roman,serif;\"> Borralheiro embarca numa inesquec\u00edvel aventura neste primeiro volume da distopia folcl\u00f3rica <em>Felizes Viveram Uma Vez<\/em>.<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dizia eu em Dezembro de 2010: 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