{"id":4968,"date":"2026-04-15T15:53:49","date_gmt":"2026-04-15T14:53:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.allaryia.com\/pearnon\/?p=4968"},"modified":"2026-04-15T15:53:55","modified_gmt":"2026-04-15T14:53:55","slug":"lista-de-reproducao-sinestesica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.allaryia.com\/pearnon\/2026\/04\/15\/lista-de-reproducao-sinestesica\/","title":{"rendered":"Lista de reprodu\u00e7\u00e3o sinest\u00e9sica"},"content":{"rendered":"\n<p>Como estou numa fase intro- e retrospectiva, tenho-me lembrado de v\u00e1rias coisas dos anos que passei a escrever as Cr\u00f3nicas. E, da mesma forma que recorda\u00e7\u00f5es do <em>Baldur&#8217;s Gate II <\/em>desencadeiam em mim um processo sinest\u00e9sico que me faz sentir o sabor de Bake Rolls de alho (<a href=\"https:\/\/www.glood.pt\/produto\/19435\/7-days-bake-rolls-garlic-250g\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">lembram-se deles?<\/a>) \u2013 o meu petisco de elei\u00e7\u00e3o nas minhas noitadas de jogatana \u2013 h\u00e1 tamb\u00e9m v\u00e1rias m\u00fasicas que, sempre que as oi\u00e7o, me remetem para os anos em que escrevi determinado livro. Segue ent\u00e3o uma pequena lista de reprodu\u00e7\u00e3o alusiva a cada um dos volumes (excepto <em>A \u00daltima Cr\u00f3nica, <\/em>que ainda nem foi lan\u00e7ado, e seria estranho estar a antecipar uma retrospectiva).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Mountains\" width=\"500\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YUj1KuSB52k?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><em>Mountains &#8211; Manowar<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o tenho falado muito deles nos \u00faltimos anos, mas os Manowar foram provavelmente a banda que mais me marcou, e <em>Mountains <\/em>\u00e9 a minha m\u00fasica favorita deles. Antes de sequer saber o que \u00abprofundo\u00bb era, embrenhava-me nas letras desta digress\u00e3o existencial por via do <em>power metal,<\/em> cujo conceito at\u00e9 serviu como <a href=\"https:\/\/www.allaryia.com\/pearnon\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/montanha.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">mensagem motivacional<\/a> no velhinho allaryia.cjb.net. Inclu\u00ed o refr\u00e3o da m\u00fasica na minha entrada no \u00e1lbum de finalistas, e a pr\u00f3pria no\u00e7\u00e3o do al\u00e9m em Allaryia foi por ela influenciado &#8211; da\u00ed a hist\u00f3ria do \u00abque tenha alcan\u00e7ado o pin\u00e1culo da sua montanha\u00bb.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o tenho como garantir que foi esta a m\u00fasica que mais vezes ouvi durante o per\u00edodo dos 12 aos 20 anos de idade, mas n\u00e3o houve nenhuma outra que eu associe de forma t\u00e3o veemente a eles e que tenha deixado marcas mais evidentes, por isso merece o primeiro lugar do p\u00f3dio da adolesc\u00eancia e do fim da dita, quando <em>A Manopla de Karasthan <\/em>foi forjada.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Conan the Barbarian (1982) \u2022 &quot;Theology \/ Civilization&quot; Basil Poledouris \u2022 4K HDR &amp; HQ Sound \u2022 Eng CC\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XAUzXTJMOrA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><em>Theology\/Civilization &#8211; Basil Poledouris<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Um cl\u00e1ssico, e uma das melhores bandas sonoras da hist\u00f3ria do cinema. Tive a minha primeira campanha a s\u00e9rio de <em>Dungeons &amp; Dragons<\/em> durante a transi\u00e7\u00e3o do liceu para a faculdade, altura em que estava a escrever <em>Os Filhos do Flagelo, <\/em>e esta m\u00fasica traz-me sempre de volta a esse tempo, porque criei uma <a href=\"https:\/\/www.allaryia.com\/pearnon\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/hoe.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">banda sonora \u00aboficial\u00bb<\/a> da campanha, e nenhuma outra faixa foi tantas vezes repetida como esta, porque, sempre que havia uma viagem, os pr\u00f3prios jogadores faziam quest\u00e3o de entoar o refr\u00e3o antes de eu sequer p\u00f4r a aparelhagem a tocar. At\u00e9 hoje, continua a evocar paisagens fant\u00e1sticas e uma aventura infinita \u00e0 espera, e era precisamente isso o que eu sentia nesses tempos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Precious Jerusalem (Remastered 2017)\" width=\"500\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/6osgTR9R120?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><em>Precious Jerusalem &#8211; Blind Guardian<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nada que ver com o <em>Mar\u00e9s Negras, <\/em>nem o influenciou de forma alguma. Mas esta m\u00fasica estar\u00e1 para sempre a ele associada, porque o terceiro volume das Cr\u00f3nicas teve o processo de escrita mais intenso e r\u00e1pido de todos, e apanhou o ver\u00e3o quente de 2003. \u00c9 estranho, porque esta est\u00e1 longe de ser a minha m\u00fasica favorita dos Blind Guardian, mas basta-me ouvir os acordes iniciais para visualizar a janela incandescente do meu quarto, o sol a bater de chapa no tijolo dos degraus que a ela levavam, e longas tardes e noites a dar vida a Tanarch e Asmodeon durante o ver\u00e3o allaryiano. Foi a m\u00fasica da esta\u00e7\u00e3o, e acabou por ser o hino do pr\u00f3prio livro.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Jeremy Soule - First Light - Guild Wars Soundtrack\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/F9BxLWN_J-g?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><em>First Light &#8211; Guild Wars<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O <em>Guild Wars <\/em>foi um jogo que esgalhei bem esgalhadinho. Horas e horas de divers\u00e3o e momentos bem passados com amigos, e at\u00e9 cheguei a ter um antigo \u00abdetractor\u00bb das Cr\u00f3nicas como membro da guilda da qual eu era l\u00edder (demo-nos bem). <em>A Ess\u00eancia da L\u00e2mina <\/em>n\u00e3o condiz de todo com a paz buc\u00f3lica desta m\u00fasica, mas esta \u00e9 a que me transporta com mais carinho e brandura para esses tempos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Love Guru - 1,2 Selfoss\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-GgiG4qJ63Q?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><em>1, 2 Selfoss &#8211; Love Guru<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nas palavras dos Monty Python: \u00abe agora algo completamente diferente\u00bb. Esta \u00e9 um pouco batota, porque n\u00e3o foi bem a m\u00fasica que marcou o per\u00edodo de escrita do <em>Vagas de Fogo, <\/em>mas foi a que esteve mais presente na minha primeira ida \u00e0 Isl\u00e2ndia, na qual foram plantadas as sementes que deram vida aos Fiordes dos Piratas. \u00c0 falta de explica\u00e7\u00e3o melhor, o Love Guru \u00e9 um Scooter (sim, sei que \u00e9 uma banda) com o dobro do peso e metade da voz, cujo <em>1, 2 Selfoss <\/em>(algo como <em>1, 2 Arrentela) <\/em>se tornou um hino \u00e0 libertinagem da noite islandesa. A m\u00fasica \u00e9 descarada e ironicamente dedicada \u00e0 vila de Selfoss, na qual a banda Scooter alegadamente era popular.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o sou, nem nunca fui, frequentador do tipo de ambientes em que este tipo de m\u00fasica toca. Gosto ironicamente dela apenas pelas mem\u00f3rias que me traz. E, tanto quanto sei, n\u00e3o h\u00e1 nada do Love Guru no <em>Vagas de Fogo. <\/em>Mas n\u00e3o tenho como negar que foi <em>a <\/em>m\u00fasica do per\u00edodo, porque estava por todo o lado na Isl\u00e2ndia, porque amigos meus a adoravam de forma totalmente n\u00e3o-ir\u00f3nica, e porque a minha fam\u00edlia viking fez quest\u00e3o de partilhar comigo tudo o que podia do Love Guru. At\u00e9 se prontificaram a levar-me a Akureyri, a \u00abcapital do norte\u00bb da Isl\u00e2ndia, s\u00f3 para eu ver um pouco mais do pa\u00eds e poder assistir ao vivo a um concerto da criatura, que decorreu no mesmo recinto onde teve lugar o concurso de Miss Norte. Por cujos bastidores deambulei, metendo conversa com as participantes e com os respons\u00e1veis pelo evento, s\u00f3 porque sim e porque era estrangeiro. Tudo arbitr\u00e1rio. Esdr\u00faxulo. Inconsequente. E, como podem ver, profundamente marcante.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Faun - Egil Saga\" width=\"500\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/6oYmc9WTdSs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><em>O Fado da Sombra <\/em>foi escrito numa altura um pouco mais conturbada da minha vida. Esta m\u00fasica n\u00e3o o \u00e9, e os Faun at\u00e9 s\u00e3o uma banda porreira de <em>folk<\/em> pag\u00e3o com m\u00fasicas animadas, mas a cad\u00eancia esparsa e meditativa desta <em>Egil Saga <\/em>remetem-me para esses tempos, e o <em>tempo rubato <\/em>de certas partes traduzem bem a confus\u00e3o que por aqui andava nesta cabe\u00e7a em 2008-2009. Felizmente, o livro acabou por sair bem, mas n\u00e3o \u00e9 uma \u00e9poca que alguma vez queira revisitar, embora continue a ouvir os Faun com todo o gosto.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Inon Zur - Main Theme | Dragon Age: Origins (OST)\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/3aUH08obnTk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><em>Dragon Age Origins<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o joguei este jogo logo quando saiu, mas joguei-o muito e bem assim que comecei. Era um jogo \u00e0 <em>Baldur&#8217;s Gate<\/em> como j\u00e1 n\u00e3o se via desde que este \u00faltimo fora lan\u00e7ado, e a banda sonora acompanhou-me muito para al\u00e9m do tempo que passei a jog\u00e1-lo. O <em>Obl\u00edvio <\/em>n\u00e3o tirou dele qualquer inspira\u00e7\u00e3o, mas a minha imagina\u00e7\u00e3o agradeceu os tempos passados neste mundo de fantasia her\u00f3ica negra, que sem d\u00favida ajudou a criar a atmosfera apropriada na minha paisagem mental enquanto escrevia o livro.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Powersnake\" width=\"500\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/MpiK6ncKQfM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><em>Powersnake &#8211; Brothers of Metal<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dubrovnik. Casamento balc\u00e2nico. Sol estuante a fazer estalar o calc\u00e1rio croata da Costa do Adri\u00e1tico. A certeza de que o meu par na boda a que assistimos iria ser a minha mulher. E, por uma qualquer raz\u00e3o, uma m\u00fasica acerca de uma serpente mitol\u00f3gica escandinava. <em>A Oitava Era <\/em>j\u00e1 tinha sido publicada um m\u00eas antes, e eu tinha conhecido os Brothers of Metal quando o livro j\u00e1 estava praticamente conclu\u00eddo, mas a m\u00fasica ficou associada a ele na minha mente, mesmo assim. A sonoridade tem o seu qu\u00ea de regresso triunfal, embora a letra n\u00e3o trate disso, e coadunou-se bem com o reatar de rela\u00e7\u00f5es com velhos amigos com toda uma nova verve de algu\u00e9m cuja vida estava prestes a mudar bastante e para bem melhor.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Return to Monkey Island | Gameplay Reveal Trailer\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/p3mxq44HhnU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><em>Return to Monkey Island<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 aqui discorri acerca de <a href=\"https:\/\/www.allaryia.com\/pearnon\/2022\/07\/17\/macacadas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">macacadas<\/a> e do qu\u00e3o especial \u00e9 o lugar que a s\u00e9rie <em>Monkey Island <\/em>ocupa no meu cora\u00e7\u00e3o, bem como da <a href=\"https:\/\/www.allaryia.com\/pearnon\/2023\/12\/07\/da-ficcao-de-fas-e-dos-seus-meritos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">desilus\u00e3o<\/a> que o sexto cap\u00edtulo acabou por ser, mas isso n\u00e3o apaga a alegria que foi saber, na altura, que a s\u00e9rie teria mais um cap\u00edtulo. O toque especial da nova coda da melodia e a \u00eanfase em instrumentos de sopro do arranjo para este <em>trailer <\/em>deram nova vida ao adorado tema musical, que reproduzi at\u00e9 \u00e0 exaust\u00e3o antes e depois de publicar <em>A Era da Ru\u00edna.<\/em> Uma aventura absurda e cheia de humor sobre piratas n\u00e3o \u00e9 propriamente o melhor acompanhamento para o rasto de destrui\u00e7\u00e3o dos Filhos do Caos, mas assim foi.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como estou numa fase intro- e retrospectiva, tenho-me lembrado de v\u00e1rias coisas dos anos que passei a escrever as Cr\u00f3nicas. 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