Filipe Faria
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Ah, e claro, as pessoas propriamente ditas. O terem feito parte de uma república independente e serem agora habitantes de uma cidade em que a competição por recursos turísticos é tão acirrada deu-lhes um carácter algo sui generis.
Delas, destaco o Mario, o meu novo amigo ragusano que me persuadiu a jantar no restaurante dele, falando-me das suas experiências em Portugal.
É daqueles tipos que sabemos que nos estão a dar alguma tanga e a tomar liberdades com os números que proferem, mas que, à conta de personalidade e porreirismo, deixam-nos com vontade de lha fazer.
Mas ai de quem puser em causa os preços dele ou os comparar com os de Zagrebe, como dois incautos conterrâneos meus o fizeram. Ele invectiva-vos e injuria-vos até à quinta geração no mais cáustico croata, e ainda vai lá dentro dizer mal de vocês à cozinheira.
Se tiverem interesse em ouvir a que soa uma arenga em bom croata da boca de um nativo, digam de vossa justiça.
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Não sendo ainda unânime, a tendência parece-me clara. Apresento-vos então o chorrilho que o meu melhor amigo croata certo dia me enviou.
Nunca tinha visto. Chamem-me simples, mas fez-me rir (aeroporto de Orly, França)
Entrevista ZombiTV

O vídeo já foi lançado no passado dia 11, mas estava ausente e desligado dos e-mails e nem me dei conta. O Ricardo Trindade entrevistou-me para a «overdose de cultura…
Tal como disse, estou neste momento em modo allaryiano. Mas a musa tem destas coisas e, volta e meia, desvia a minha atenção para um ou outro projecto na gaveta ou ainda em fase germinal.
Com o passar dos anos, aprendi que não vale a pena ignorá-la e que o melhor é mesmo fazer-lhe a vontade, coçando essa comichão para despachar o assunto. Um serão costuma bastar, como foi hoje o caso, mas já deu para me ocupar umas boas horas em devaneios, pesquisa e apontamentos.
Em alturas destas, não tenho necessariamente de estar concentrado e posso permitir-me a distracção de música relacionada com o tema em que trabalho, pelo que achei por bem partilhar uma que me fez parar e ouvir com atenção. Porque polifonia caucasiana e um salmo cantado em aramaico por um homem cujo título é «arquimandrita» merece.
Bichancro

Gesto ou trejeito exagerado ou afectado (mais usado no plural). Todos nós conhecemos ou já vimos alguém que o faz. Seja a gozar ou por genuína afectação, há pessoas que…
Um breve desvio para 2003

As duas sessões nas Feiras do Livro de Lisboa e Porto deixaram marcas, e volta e meia dou comigo a vasculhar a pasta de recordações allaryianas, onde ocasionalmente descubro ou…
Lisboa nunca foi uma cidade particularmente limpa, e, ultimamente, vêem-se muitas máscaras atiradas ao chão. Mas confesso que nunca tinha visto uma combinação destas.
Por um qualquer motivo que não sei explicar, este arranjo de lancil trouxe-me à memória um dos mais invulgares e-mails que alguma vez recebi, cuja mais relevante parte passo a citar:
Achei bastante excitante a frustrada violação da princesa Liannah e o banho da bela Slayra. Certamente que não serei o único fã das Crónicas inteiramente apaixonado por estas personagens e, talvez por isso, gostava de ler descrições um pouco mais explícitas dos seus corpos (dos seios, como são, grandes, pequenos, cabem numa mão cheia ou numa taça de champanhe?), dos dedos imundos dos drahregs a acariciar os peitos firmes destas duas magníficas personagens femininas.
Fumiflamante

Que lança fumo e chamas. Esta ainda nem eu usei, nem imagino que haja muitos contextos — fora de bestiários medievais ou relatos excessivamente poéticos de incêndios — em que…