Filipe Faria
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Um dálmata da Dalmácia. Tem mais "piada" quando se diz em inglês (Split, Croácia)
Cheguei inteiro e a salvo, mas foi uma aventura. Só não entro em mais detalhes porque começo a pensar seriamente em escrever um livro sobre esta nossa história.
Uma coisa posso partilhar, no entanto: a melhor prenda de anos atrasada que um escritor poderia desejar.
(Apenas disponível na Bósnia e Herzegovina)
De volta ao activo

Eis-me regressado após nova epopeia, que incluiu uma viagem surreal de Mostar a Sarajevo às 5 da manhã, seguida de um voo para Istambul, aquele que quase pareceu um acidente…
De volta à lide

Agora que já coloquei tudo de volta nos eixos após o meu regresso de pára-quedas, é com alívio que constato que não está a ser difícil reentrar na escrita. A…
Entrepresa

Empreendimento; ataque de improviso com que se toma de assalto uma praça militar. Para retomar a rubrica RCPalavras, nada como um cognato para quem queira usar menos caracteres a traduzir…
Tiago Costa

https://youtu.be/uGX6G2eqpcs Quem se lembra das saudosas «Aventuras Fantásticas»? O Tiago Costa lembra-se muito bem, não se deixou desanimar pela falta de interesse do mercado na ficção interactiva e está decidido…
Malvados

Quem viu até ao fim a recente entrevista com o Tiago Costa talvez tenha ficado intrigado com a questão dos Malvados. Pois o bom do Tiago revelou-se o ás da…
Mescão

Indivíduo atravessado, de má índole. Sim, soa algo antiquado. Mas continuo a achar que é um bom insulto, bem como uma melhor tradução de blackguard do que «malvado».
Estou quase a acabar o Prólogo de Os Filhos do Caos, que trata sobretudo do rescaldo do clímax do volume anterior.
Embora seja menos frequente agora, volta e meia ponho música a tocar enquanto escrevo, e calhou surgir na lista de reprodução a faixa que estava a tocar quando escrevi aquela parte do final do Oitava Era (quem já leu irá facilmente perceber).
Saltar barreiras

É sempre importante. O prólogo raramente conta para esse efeito, porque serve na maior parte das vezes apenas como uma montagem do palco da história. Saltar a barreira do primeiro…
Gargalaçar

Beber pelo gargalo. Agora que o calor começou a apertar, duvido de que tenha sido o único a fazê-lo. Para quê simplesmente beber, quando se pode gargalaçar?
E vai mais um capítulo, com o respeitável total de 1700 palavras numa sessão de escrita (respeitável para quem tinha parado e recomeçou recentemente, isto é).
Pode ter sido só da parte do livro em questão, mas estou a gostar deste ritmo. Agora é tentar mantê-lo e ir embalando.
Obrigado a todos pelo interesse que demonstraram nesta iniciativa especial. Quem não chegou a adquirir, mas acha poder vir a querer no futuro, que contacte a Presença para que fique registado o interesse numa nova leva.
Jorge Coelho

Baixista de voz branda, ilustrador de banda e ilustre artista de banda desenhada, o Jorge Coelho já desenhou de tudo, desde cafés a guaxinins, e inaugura aqui a rubrica «O…
Este último episódio do Litortura Nacional seguiu um formato inadvertidamente diferente (foi mesmo um acidente), mas aproveito para vos perguntar o que preferem.