A Essência da Lâmina

Pearnon, o Escriba, continua zelosamente a contar a história de um mundo que um dia foi seu, ao longo de incontáveis e conturbadas erasvol4 desde a sua criação. No livro anterior, a dolorosa e sangrenta demanda que levou Aewyre Thoryn e os seus companheiros através de Allaryia saldou-se numa pesada derrota, apesar de terem conseguido escorraçar os exércitos de Asmodeon,  pois O Flagelo regressou das sombras. Agora que o pai de Aewyre morreu para salvar o próprio filho, este parte para a Cidadela da Lâmina, um inquietante local de segredos ocultos. O jovem príncipe terá de aprender a dominar a Essência da Lâmina, que partilha com Kror, ou lutar por ela com o drahreg num combate até à morte. Perigos milenares penetram insidiosamente uma vez mais em Allaryia, e as tramas urdidas pel’O Flagelo começam finalmente a revelar-se, e os pesadelos passados ameaçam tornar-se num perigo muito real no presente. A única esperança reside no êxito que Aewyre e os seus companheiros obtiverem nas suas missões. Mas será possível vencer entidades tão superiores às suas forças?

Após três volumes lançados no espaço de dois anos, seguiu-se um volume de transição, essa forçada tanto pelos eventos de Marés Negras, como por aquilo que eu gosto de pensar ter sido um período de maturação artística e pessoal. Tal como os personagens se vêem confrontados com novas ameaças e forçados a seguir por caminhos inesperados, também eu me deparei com novos demónios (um tremendo bloqueio criativo) e fui forçado a cursar sendas que não planeara (novas ideias que foram surgindo). Felizmente, tudo foi encaixando com os meus velhos desígnios, polindo ideias, aperfeiçoando-as, e, estou convicto, contando uma história melhor que a que eu inicialmente concebera.

Palavras:
176.901
Páginas (livro): 480
Páginas (manuscrito): 573
Tempo de produção: 2 anos
País de concepção: Islândia
País de nascimento: Portugal

Numa desesperada tentativa que quebrar o bloqueio criativo que me afligia, tentei de tudo, incluindo imaginar a capa do quarto volume com a minha desajeitada mão.

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