Comic Con 2018

Estarei presente dias 8 e 9 na Comic Con, para um painel sobre o Dragomante e uma sessão de autógrafos em ambos os dias. O Manuel Morgado marcará também presença no dia 8, por isso, quem quiser um belo desenho juntamente com o autógrafo não se esqueça de dar um salto pela banca da Fnac no dia 8 a partir das 15h30.
Quem não conseguir ou não tiver possibilidade de ir no sábado, lá estarei no domingo, das 15h às 16h, para nova sessão de autógrafos, seguida de um painel das 16h30 às 17h15.

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A Oitava Era – Gifeahn

“Maus fígados, é? Olha, tenho a quem sair. É o que dizem, pelo menos…”

De todas as raças, a que melhor e maior proveito tem tirado dos tempos de discórdia em que vivemos – ou, pelo menos, a que mais tem prosperado com eles – são, sem dúvida, os eahanoir. Com a astúcia e artimanha que lhes são sobejamente conhecidas, bem como o encanto negro que ambos os seus sexos sabem exercer sobre incautos e avisados em igual medida, souberam cair nas boas graças das sitiadas cortes dos reinos humanos e nos círculos internos dos conselhos-sombra. Isto porque a reputação traiçoeira e sorrateira que os precede não mais representa um entrave, não numa altura de convulsões sociais em que a luta pelo poder se faz às claras. Ao fim e ao cabo, a incógnita de uma possível faca no escuro é preferível à certeza de uma espada em que reluz o sol…

Cūniad Ērcanred, enviado namuriquano na Latvonia

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Nota

Como provavelmente já repararam, tenho feito por publicar todos os meses a contagem decrescente para a Oitava Era, mas, fora, isso, tem-me sido impossível manter as actualizações mais regulares aqui do blogue a que me tinha semi-comprometido. O meu alter ego tradutor não tem tido vida fácil, nem a terá até ao final do ano, mas vou tentar manter-vos mais regularmente a par da evolução das coisas e retomar o RCPalavras.

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A Oitava Era – Lhiannah

“Sinceramente, não sei sequer como possa ajudar… mas vou ajudar como puder.”

A Era do Homem aproxima-se do fim. Ouvi-me, pois é verdade. O seu primo belo revela-se e rebela-se nos brejos e serras, e o primo fedo insurge-se dos subterrâneos para os quais foi relegado. Os deuses abandonaram-nos, e muitos dos nossos mortos não mais têm como alcançar o seu descanso eterno. E os nossos reis, regentes e governadores foram tomados pela febre da guerra, que, latente, reprimida e velada aqui, desencadeada em surtos ali e acolá, ameaça grassar por toda Allaryia…

Pregador nas ruas de Caranna, paradeiro desconhecido

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A Oitava Era – Ŧorđar

“Ele irá empunhá-la novamente. E as Vagas de Fogo tornarão a encrespar-se.”

Após a catastrófica batalha de Dul-Goryn, Tanarch foi decisivamente quebrada enquanto nação. A morte do Triunvirato às mãos dos sirulianos e um grupo de aventureiros levou a uma custosa represália contra Sirulia, a que se seguiram a passagem ruinosa do Primeiro Pecado e a ofensiva da Wolhynia, encabeçada por renegados dos Fiordes dos Piratas, que deixaram esta outrora orgulhosa terra de joelhos, logo quando ela parecia ter sacudido o jugo siruliano. Privada da liderança do Triunvirato que havia décadas a regera, Tanarch viu o seu moral estilhaçar-se com a conquista de Dul-Goryn, após a qual a aliança wolhyno-siruliana pôs e dispôs dos territórios circundantes como bem lhe aprouve, sem que as fragmentadas e desorientadas cidades tanarchianas se lhes soubessem opor atempadamente.
Com o passar dos anos, os territórios entre Dul-Goryn e a fronteira com a Sirulia tornaram-se numa base para as forças ocupadoras, com a Sirulia a consolidar o seu domínio a leste e os renegados wolhynos a coroarem-se gardingos dos territórios que tomaram a oeste. Actualmente, Tanarch mal se pode considerar uma nação, mas é inevitável que venha a dar-se uma resposta de futuro, sobretudo agora que a ameaça d’O Flagelo não mais paira sobre nós, as Marés Negras não mais subiram e o Istmo Negro tem permanecido em silêncio todos estes anos…

Liokoron Vigvitek
Pela Liberdade que Tarda em Raiar no Crepúsculo da Ocupação

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