A Oitava Era – Tannath

“Ele disse que eu fui um erro. Resta saber de quem…”

Quebrado que foi o limiar entre os mortos e os vivos, transposto que foi o limiar do domínio do Guia, a morte não mais é um fim, agora. Não para todos, pelo menos. Não para aqueles que não foram suficientemente chorados pelos seus – os Lacrimais – e que agora percorrem as terras dos vivos em busca do pesar a que não tiveram direito. Em nome desse pesar, estão dispostos a causar grande sofrimento, tanto aos seus entes queridos como a completos desconhecidos, ordenhando o tormento e suplício das suas vítimas em busca do descanso que lhes foi negado…

Desconhecido

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Cueiro

Cueiro

Pedaço de pano ou de outro material absorvente que se usa para envolver as nádegas e a zona genital, com o objectivo de aparar as fezes e a urina dos bebés ou de pessoas com incontinência.

Ou seja, fralda. É um pouco pueril da minha parte, bem sei, mas sempre adorei o termo “cueiro”, pelo facto de não tentar sequer ocultar o fim para o qual se destina. É uma palavra de uso duvidoso hoje em dia (se é que alguma vez o teve), mas pode ajudar a atenuar as discussões de pais recentes na altura de atribuir a tarefa de mudar a fralda, porque “mudar o cueiro” soa só mais divertido.

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Feira do Livro 2018

Este ano, estarei presente em três sessões na Feira do Livro de Lisboa, nos dias 26 de Maio (18h30), 2 de Junho (16h) e 9 de Junho (18h30). A primeira e a terceira cumprirão a tradição anual de marcar presença na feira com o Rafael Loureiro e a Sandra Carvalho, e a segunda será uma sessão do ciclo das Bibliotecas de Lisboa, em que tanto eu como o Manuel Morgado estaremos presentes para falar do Dragomante e assinar (e desenhar em) livros. Espero ver-vos por lá.

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A Oitava Era – A Áugure

“Rumores da terra. Segmentos ponderosos tingidos de sangue negro. Amor de mãe que mata.”

A terra de Tayğatar sempre albergou grandes mistérios, uma ilha-nação de gentes refractárias que se crêem abençoadas pelas Entidades em tempos idos; uma nação sem deuses, ímpia, que idolatra a Essência como se de uma magocracia se tratasse, mas na qual o uso da Palavra como ferramenta é sumariamente proibido […] À semelhança de Tanarch, é regida, não por um monarca, mas por um conselho, conselho esse que atenta às palavras do único cargo hereditário com verdadeiro poder em Tayğatar: o Áugure. Segundo o que me foi dado a entender e pude apurar, este Áugure – descendente do eleito que terá confraternizado com as Entidades quando estas terão recolhido naquela que viria a ser Tayğatar – “ouve” a Essência, que lhe sussurrará o presente e o porvir, e as suas palavras têm no conselho da ilha o peso de um édito real. No entanto, Áugure algum alguma vez foi visto fora da ilha, nem tão-pouco contactou com dignitários de outras nações, o que em muito dificultaria e mui moroso tornaria o acertar de qualquer tipo de tratado…

Natanigo Palicoldo
Tayğatar e Suas Vicissitudes,
na Premissa de um Possível Tratado com Sandona

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Geek do Olimpo

Este sábado, dia 14, estarei na Fnac do Almada Forum para a gravação do podcast Geek do Olimpo. Apareçam, até porque, segundo consta, haverá prémios para membros participantes do público.

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