A Oitava Era – Nishekan

“Agora sei o que o meu senhor queria. Pela minha mão, será feita a Sua vontade…”

Venham, sombras obscuras, trevas da noite, o terror da razão. Venha o jugo, o bragal, o ferro que trespassa o coração; essência do próprio medo, crueldade sem redenção.

– Ladainha ouvida nos cantos mais obscuros de Allaryia

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