Allaryia

Saltar barreiras

É sempre importante. O prólogo raramente conta para esse efeito, porque serve na maior parte das vezes apenas como uma montagem do palco da história. Saltar a barreira do primeiro capítulo é que costuma estabelecer o ritmo da escrita, e sensivelmente 20 páginas de livro em duas semanas não está mal para quem acaba de …

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De volta à lide

Agora que já coloquei tudo de volta nos eixos após o meu regresso de pára-quedas, é com alívio que constato que não está a ser difícil reentrar na escrita. A pressão no acelerador ainda é ligeira, e vou-me dando por satisfeito com pequenas vitórias graduais, parágrafo a parágrafo, mas tudo indica que a coisa vai …

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Thuragar

Agora que já comecei a escrever Os Filhos do Caos, posso afirmar que os thuragar vão ter o seu papel a desempenhar, e pus-me a reflectir acerca do dos anões na fantasia em geral. Ao contrário dos elfos, que, apesar da sua imagem feérica, já por várias vezes assumiram contornos com mais nuanças (terroristas, supremacistas, …

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O comprometido é devido

Neste novo ano que agora começa, é tempo de resoluções. No meu caso, elas já tinham sido tomadas há mais tempo, a começar pela escrita d’Os Filhos do Caos. Hoje ou amanhã devo ter a planificação concluída, a que se seguirá a escrita do volume propriamente dita. Embora não dependa apenas de mim, é razoavelmente …

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Um breve desvio para 2003

As duas sessões nas Feiras do Livro de Lisboa e Porto deixaram marcas, e volta e meia dou comigo a vasculhar a pasta de recordações allaryianas, onde ocasionalmente descubro ou reencontro pérolas do passado. Desta vez, por exemplo, desenterrei lembranças absolutamente deliciosas do Fórum Allaryia, mas que não seria correcto partilhar porque contém fotos dos …

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