Não foi mau. No espaço de um mês, concluí dois livros, um deles da forma possível, e o outro da merecida. Parece-me uma reflexão apropriada para o fim de um ano que assinalou a conclusão dos meus dois mais ambiciosos projectos até à data, sendo que um deles já fazia parte da minha vida desde os 12 anos de idade. Podia estar triste ou pensativo, mas a verdade é que me sinto mais do que pronto para o capítulo que se segue. Se 2025 foi um ano de fins, 2026 será sem dúvida um ano de novos começos, novos capítulos e novas aventuras (e não só a nível literário, cheira-me).
Correndo o risco de começar a ser repetitivo, não me canso de vos agradecer a todos uma vez mais pela vossa companhia e preferência. Ainda não terminei a revisão d’A Última Crónica, nem de apontar os derradeiros ajustes, mas acho mesmo que fiz jus à saga e que o livro não desiludirá. Mas isso logo mo dirão vocês, pois estou a trabalhar no sentido de que seja possível fazerem-no em pessoa em 2026, sem ser só na Feira do Livro.
Boas entradas, e um bom 2026.
