Compulsar

Compulsar Examinar, consultar, folhear. Embora não queira necessariamente dizer aquilo que talvez possa dar a entender, sempre gostei desta palavra e, por uns tempos, tive por hábito dizer que preferia que as pessoas “compulsassem” os meus livros em vez de se limitarem a lê-los. Esperemos que seja esse o caso, quando se der o regresso

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Magic em Allaryia

Leitores de longa data talvez se lembrem que, no primeiro sítio das Crónicas, havia uma secção meio perdida em que eu exibia as cartas de Magic feitas por um amigo meu, que – anos antes, entre a minha entrega do manuscrito d’A Manopla de Karasthan a concurso e a publicação do livro – tinha tentado converter

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Obnóxio

Obnóxio Vil, vulgar, corriqueiro. Que é prejudicial, nocivo, nefasto. Numa sociedade global cada vez mais anglicizada, e num país em que a juventude (e não só) diz como certas pessoas estranhas são “bué da creepy”, ou como algo de inesperado foi “completamente random”, não me devia incomodar ouvir alguém dizer que este ou aquele gajo

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Os sons de Allaryia

Muitos anos antes de o Gonçalo Lourenço ter composto as sete faixas para a edição especial do Oblívio, já eu tinha tentado “dar música” aos leitores – ou, melhor dizendo, arranjei quem lhes desse música por mim. Munido do meu fiel Casio CA-100 (daqueles com o botão Demo que tocava o “Together Forever” do Rick

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Ratinhar

Ratinhar Economizar em tudo e com mesquinhez. Palavras obscuras que evocam imagens são as melhores, porque conseguimos depreender o significado delas, mesmo que não as conheçamos. O próprio som de “ratinhar” faz lembrar um ratito atarefado de bigodes a vibrar enquanto acumula pequenos pedaços de queijo e bolas de cotão no seu ninho.

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