Ao fim de tantos anos…

…e numa época em que se esperava que as pessoas estivessem empedernidas e dessensibilizadas com tantas guerras de tronos e mortos ambulantes, é bom ver que aquele capítulo d‘Os Filhos do Flagelo continua a causar reacções tão viscerais da parte de novos leitores das Crónicas. Não se preocupem, que, n’A Oitava Era, ainda não morreu […]

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Tremulina

Tremulina Reflexo trémulo do Sol, da Lua ou das estrelas na superfície de água ligeiramente agitada. Bastante específico, é verdade, mas poético. E tem a sua utilidade.

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Progresso

Nove meses depois, A Oitava Era vai bem encaminhada. 60 horas de edição, 60 000 palavras escritas, 11 capítulos de 22 concluídos, e 100 páginas a apresentar (que, em páginas de livro, deverão corresponder a umas 200). O início foi tíbio e periclitante, como não quis que fosse, mas como não poderia ter deixado de

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Verriondez

Verriondez Comportamento sexual considerado repugnante. Gosto desta sobretudo pela origem etimológica que se lhe adivinha (do latim verres, ou porco não castrado). Útil para quem desejar criticar demonstrações públicas de afecto de uma forma que deixe as pessoas confusas, ou explicar sem rodeios ao parceiro que não se está mesmo com vontade de o fazer.

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Algo velho, algo novo

Quem leu Segredos do Cronoscópio, o pequeno livrinho de segredos da edição de coleccionador do Oblívio, sabe que a história de Aewyre Thoryn e os seus companheiros era para ter sido contada depois de eu escrever as aventuras do pai, Aezrel Thoryn. No entanto, os primeiros evoluíram muito mais e muito mais rapidamente enquanto personagens

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