Musal
Das musas ou a elas relativo. Espero que a palavra seja útil, mas esta é outra daquelas entradas que servem apenas para a transição que se lhes segue.
Das musas ou a elas relativo. Espero que a palavra seja útil, mas esta é outra daquelas entradas que servem apenas para a transição que se lhes segue.
Quem se lembra do velhinho sítio de Allaryia deve recordar-se de uma secção em que eu fantasiava com um elenco para um eventual filme da saga. É um pouco macabro repeti-los aqui, tendo em conta que três dos actores já faleceram, e ia jurar que já tinha feito uma selecção mais actualizada há um pouco
Não tem sido um mês particularmente produtivo na escrita d’Os Filhos do Caos (cujo título acabará inevitavelmente por mudar, já que é demasiado parecido com Os Filhos do Flagelo). Há alturas assim, e em fases dessas há que ser consistente. Se não escrevo 5000 palavras, escrevo 1000. Se não escrever 1000, escrevo 500. Se não
Dorminhoco, indolente. Agora que o calor começa aos poucos a apertar, pareceu-me apropriado desenterrar esta palavra de origem obscura, mas que, por coincidência (?), nos faz pensar em sestas em inglês.
Oficialmente, isto é. A tal outra oportunidade que referi na anterior entrada relativa ao Dragomante concretizou-se, e o projecto pode ir em frente. Ainda vamos discutir as vantagens adicionais que um hipotético financiamento colectivo poderia trazer, mas o Manuel já está a dar ao pulso para que possamos lançar o livro o quanto antes. Quem
O dragão levanta voo Read More »