Filipe Faria
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Espalhem a Palavra com stickers de Allaryia https://t.me/addstickers/Allaryia
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Relambório

Discurso longo e enfadonho. Algum dia teria de acontecer, mas apercebi-me hoje de que já usei esta duas vezes no RCPalavras. Por isso, para assinalar…
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Novos stickers

Em antecipação do lançamento d‘A Última Crónica, o Samuel Santos presenteou-nos com mais uma meia-dúzia de stickers. Juntem-se ao canal Telegram e exprimam-se de…
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Já nas bancas

A Última Crónica já saiu e já terá sido enviada a quem fez a pré-encomenda. Espero que gostem e que achem o livro um digno ponto final da…
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24 anos de Crónicas

Para assinalar o fim e os 24 anos de Crónicas, um conjunto de figuras da fantasia e ficção especulativa nacional tiveram a bondade de prestar os seus breves testemunhos,…
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Apresentação Última Crónica

O convite já estava implicitamente feito, mas segue aqui em formato mais convencional. Vou tentar fazer um directo da sessão, que poderão acompanhar a partir do canal Telegram se…
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A mais recente actualização do Telegram parece ter criado problemas na gravação de directos. Provavelmente não transmitirei a sessão, mas vou tentar gravá-la para mais tarde a partilhar.
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Media is too big
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Aqui está o vídeo, agora devidamente comprimido.
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Reconhecença

O mesmo que reconhecimento. Hoje trago uma expressão arcaica e desnecessária, só para não me estar a repetir e a tocar demasiadas vezes na tecla da «gratidão». Porque,…
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Ornitorrinolaringolorrinco

Esta não serviu propriamente para treinar, e decididamente não serve para mostrar os meus progressos no Blender, até porque descurei várias das coisas que entretanto aprendi. A ideia era…
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Em mais um sinal de um autor enlutado a manter-se ocupado, trago-vos aqui um extrazito do ornitorrinolaringolorrinco, este para quem tem óculos com filtro 3d.
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Opet na putu

E, depois de uma ausência forçada de 10 meses, com duas viagens canceladas pelo meio, lá vamos nós voltar à Herzegovina para lá passar umas seis semanas. Não serão…
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Em pleno Canadá - Bósnia, com o resultado em 0-1, o comentário no lado ocidental de Mostar é "o croata assistiu, o sérvio marcou, e a Bósnia celebrou". Como podem ver, este canto dos Balcãs é particularmente unido.
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Tonitruante

Que troveja; muito ruidoso; atroador As tempestades de verão em Mostar são sempre impressionantes. Mas mais impressionante ainda foi a inauguração do torneio de futsal de bairro, que, mesmo…
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Este é o tipo de coisa que me deu fama de ser «peculiar», por me encher tanto as medidas.

O estabelecimento Rooms Vedran não só oferece quartos em três línguas que traduzem parte do seu nome, como o faz em três combinações distintas das mesmas, numa grelha 3x3 na qual nenhuma das palavras se repete nas colunas. Vi, fotografei e fiquei a soltar risadinhas que nem um parolo enquanto seguia caminho, tentando imaginar que aquilo tinha um propósito que claramente me estava a escapar.
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Betrayal in Antara

Há já algum tempo que não falo de jogos, e mais tempo ainda que não jogo nada. Mas, por um qualquer motivo, lembrei-me recentemente deste em particular, que, na…
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Um caso de palermice

Porque Portugal foi demasiado nabo para passar o seu grupo em primeiro, vejo-me agora na pouco invejável posição de ser um português no lado de Mostar que segue os…
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Hoje, trago algo um pouco diferente. Ao fim do dia, pela fresquinha, eu e a esposa decidimos descobrir a basílica de Cim, um lugar quase mítico até para muitos habitantes locais, uns 40 minutos a pé do centro da cidade, descontando uns bons 10 minutos a tentar perceber onde raio o Google Maps quer que vamos.
Para contexto, estamos a falar das ruínas de uma basílica mais antiga do que qualquer igreja portuguesa, algo que foi inclusive classificado como património nacional da Bósnia-Herzegovina, mas que, como quase tudo neste país, tem as suas particularidades extremadas.
Imaginem o típico anúncio manhoso do Idealista, a falar de um terreno rústico que é parte integrante de uma herança indivisa, com descrição desactualizada da propriedade na caderneta predial e possibilidade de construção em regime de avos. Agora, imaginem as ruínas de uma basílica do séc. V nele inseridas.
E imaginem que têm de falar com um senhor chamado Marinko, que está a beber água com gás à varanda, vos explica que as ruínas estão nas traseiras e vos dá autorização para entrarem no seu quintal e dele seguirem para o do irmão dele. Irmão, esse, que também está à sua varanda e fica a olhar para vocês sem nada dizer enquanto tiram fotos das ruínas. Ruínas que foram claramente escavadas e preparadas, mas estão inacessíveis para todos aqueles com cuja cara os habitantes locais não engraçarem. Tal como fica patente numa das críticas no próprio Google Maps, onde alguém enfatiza que não se trata de um ponto turístico oficial e para, por favor, os visitantes não pularem cercas nem invadirem propriedade privada.
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Reflexões

Como parte da promoção e antecipação de A Última Crónica, a Presença publicou nas suas redes sociais umas stories com breves momentos de reflexão acerca dos…
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