Novos stickers
Em antecipação do lançamento d‘A Última Crónica, o Samuel Santos presenteou-nos com mais uma meia-dúzia de stickers. Juntem-se ao canal Telegram e exprimam-se de…
Em antecipação do lançamento d‘A Última Crónica, o Samuel Santos presenteou-nos com mais uma meia-dúzia de stickers. Juntem-se ao canal Telegram e exprimam-se de…
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A mais recente actualização do Telegram parece ter criado problemas na gravação de directos. Provavelmente não transmitirei a sessão, mas vou tentar gravá-la para mais tarde a partilhar.
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Em mais um sinal de um autor enlutado a manter-se ocupado, trago-vos aqui um extrazito do ornitorrinolaringolorrinco, este para quem tem óculos com filtro 3d.
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Em pleno Canadá - Bósnia, com o resultado em 0-1, o comentário no lado ocidental de Mostar é "o croata assistiu, o sérvio marcou, e a Bósnia celebrou". Como podem ver, este canto dos Balcãs é particularmente unido.
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Este é o tipo de coisa que me deu fama de ser «peculiar», por me encher tanto as medidas.
O estabelecimento Rooms Vedran não só oferece quartos em três línguas que traduzem parte do seu nome, como o faz em três combinações distintas das mesmas, numa grelha 3x3 na qual nenhuma das palavras se repete nas colunas. Vi, fotografei e fiquei a soltar risadinhas que nem um parolo enquanto seguia caminho, tentando imaginar que aquilo tinha um propósito que claramente me estava a escapar.
O estabelecimento Rooms Vedran não só oferece quartos em três línguas que traduzem parte do seu nome, como o faz em três combinações distintas das mesmas, numa grelha 3x3 na qual nenhuma das palavras se repete nas colunas. Vi, fotografei e fiquei a soltar risadinhas que nem um parolo enquanto seguia caminho, tentando imaginar que aquilo tinha um propósito que claramente me estava a escapar.
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Hoje, trago algo um pouco diferente. Ao fim do dia, pela fresquinha, eu e a esposa decidimos descobrir a basílica de Cim, um lugar quase mítico até para muitos habitantes locais, uns 40 minutos a pé do centro da cidade, descontando uns bons 10 minutos a tentar perceber onde raio o Google Maps quer que vamos.
Para contexto, estamos a falar das ruínas de uma basílica mais antiga do que qualquer igreja portuguesa, algo que foi inclusive classificado como património nacional da Bósnia-Herzegovina, mas que, como quase tudo neste país, tem as suas particularidades extremadas.
Imaginem o típico anúncio manhoso do Idealista, a falar de um terreno rústico que é parte integrante de uma herança indivisa, com descrição desactualizada da propriedade na caderneta predial e possibilidade de construção em regime de avos. Agora, imaginem as ruínas de uma basílica do séc. V nele inseridas.
E imaginem que têm de falar com um senhor chamado Marinko, que está a beber água com gás à varanda, vos explica que as ruínas estão nas traseiras e vos dá autorização para entrarem no seu quintal e dele seguirem para o do irmão dele. Irmão, esse, que também está à sua varanda e fica a olhar para vocês sem nada dizer enquanto tiram fotos das ruínas. Ruínas que foram claramente escavadas e preparadas, mas estão inacessíveis para todos aqueles com cuja cara os habitantes locais não engraçarem. Tal como fica patente numa das críticas no próprio Google Maps, onde alguém enfatiza que não se trata de um ponto turístico oficial e para, por favor, os visitantes não pularem cercas nem invadirem propriedade privada.
Para contexto, estamos a falar das ruínas de uma basílica mais antiga do que qualquer igreja portuguesa, algo que foi inclusive classificado como património nacional da Bósnia-Herzegovina, mas que, como quase tudo neste país, tem as suas particularidades extremadas.
Imaginem o típico anúncio manhoso do Idealista, a falar de um terreno rústico que é parte integrante de uma herança indivisa, com descrição desactualizada da propriedade na caderneta predial e possibilidade de construção em regime de avos. Agora, imaginem as ruínas de uma basílica do séc. V nele inseridas.
E imaginem que têm de falar com um senhor chamado Marinko, que está a beber água com gás à varanda, vos explica que as ruínas estão nas traseiras e vos dá autorização para entrarem no seu quintal e dele seguirem para o do irmão dele. Irmão, esse, que também está à sua varanda e fica a olhar para vocês sem nada dizer enquanto tiram fotos das ruínas. Ruínas que foram claramente escavadas e preparadas, mas estão inacessíveis para todos aqueles com cuja cara os habitantes locais não engraçarem. Tal como fica patente numa das críticas no próprio Google Maps, onde alguém enfatiza que não se trata de um ponto turístico oficial e para, por favor, os visitantes não pularem cercas nem invadirem propriedade privada.
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