Insipiente
Que nada sabe. Porque «ignorante» já está muito gasto e, por vezes, pode parecer demasiado forte. Além de que chamar «insipiente» a alguém é, provavelmente, a melhor forma de fazer com que essa pessoa se sinta como tal.
Que nada sabe. Porque «ignorante» já está muito gasto e, por vezes, pode parecer demasiado forte. Além de que chamar «insipiente» a alguém é, provavelmente, a melhor forma de fazer com que essa pessoa se sinta como tal.
Parece que a minha recente entrada acerca de falta de produtividade foi remédio santo, porque entretanto acabei não só um outro projecto paralelo, como também finalizei o argumento da sequela do Dragomante. Três projectos concluídos no espaço de um mês não está mau… Infelizmente, o Manuel não poderá pegar já nisto, porque continua sem mãos
Não vou estar a dizer nada de novo aqui, mas, a título de reflexão, é impressionante o quão (comparativamente) pouco produtivo me torno quando não tenho a pressão de um prazo ou compromisso concreto. Continuo a sentir o furor criativo com que o regresso a Allaryia me infundiu, mas esse tem-se traduzido sobretudo em trabalho
Da produtividade e da falta dela Read More »
Formar poça; meter em poço ou poça; atolar-se. Uma palavra incrivelmente útil, tanto para personagens que sangram, como para as que têm capas e se ajoelham.
Sou um escritor muito metódico que gosta de planear as coisas ao pormenor. Mas, da mesma forma que o último capítulo d’A Oitava Era acabou por ser dividido em dois por ter ficado demasiado grande, a sequela do Dragomante vai precisar de mais duas páginas porque uma cena ficou mais abrupta no papel do que