Pearnon

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Quarentar

Completar quarenta anos. É verdade. Ainda pensei fazer a piada fácil da «quarentena», mas achei que «quarentar» tinha mais graça. Quarenta anitos feitos, vinte dos quais de carreira, com quinze livros para mostrar. Fica sempre a sensação de que se podia ter feito mais, sobretudo quando se começa tão novo e de forma tão auspiciosa, […]

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Colaborações

Têm uma grande vantagem. Ao contrário do que sucede com os livros, que sofrem grandes atrasos quando o autor está mais desinspirado, menos empenhado, ou sem grande disposição mental para dedicar, na banda desenhada essa questão raramente se põe. Porque a «outra» parte, neste caso o artista, está lá sempre para puxar por nós, para

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Patrícia Marques

Após inúmeras peripécias, um sem-número de rasteiras e vários contratempos, aqui temos um novo episódio de Litortura Nacional. O primeiro feito em inglês, porque a minha convidada vive desde os 8 anos no Reino Unido e, embora saiba falar português, expressa-se com muito mais facilidade no seu idioma do dia-a-dia. As legendas foram uma trabalheira

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Tataranhar

Não ter desembaraço; tartamudear; tactear em busca de algo ou alguém Uma palavra que descreve bem o meu início de ano, em que tanta coisa mudou. Tenho feito coisas, continuo a trabalhar (aparentemente mais), ando a escrever (comparativamente pouco) e até gravei um novo episódio do Litortura Nacional (que há-de sair em breve), mas é

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Cardinal arroba dólar asterisco

Não, esta não é uma entrada de spam, nem uma mensagem de código. Trata-se apenas de um pensamento solto e descontextualizado: como é que vocês liam, lêem ou leriam grawlixes, os caracteres semi-aleatórios que, na BD, são usados no lugar dos palavrões? Hoje lembrei-me que, quando lia BD em tenra idade, na minha cabeça eles

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